
Em todo o Mundo a retirada da vegetação nativa, seja para exploração de madeira ou para uso da terra, tem

O Índice Planeta Vivo do WWF mostra um declínio de 30% nos últimos 33 anos (1970-2003), segundo a avaliação de 3600 populações com mais de 1300 espécies de vertebrados terrestres (695), marinhas (274) e de água doce (344) monitorizadas.
É essa a taxa de perda das espécies terrestres, embora entre as tropicais tenha sido muito maior (55%), devido à destruição de habitat natural para prados e zonas de cultivo nos trópicos entre 1950 e 90 e no Sudoeste asiático nos últimos 20 anos. No imenso meio marinho (70% da superfície do Planeta), o declínio foi superior a 25%, em média, para as quatro bacias oceânicas. Apesar das tendências estáveis no Pacífico, no Árctico e no Atlântico, as perdas são dramáticas no Índico/ Sudeste da Ásia e no Oceano Austral. O relatório denuncia a rápida degradação dos mangais (florestas em águas baixas em linhas de costa tropicais), que são o "berçário" de 85% das espécies de peixes tropicais comerciais entre 1980 e 2000, mais de um terço da área global de mangal desapareceu.
As espécies de água doce apresentam uma diminuição de 30% tanto nas espécies temperadas e nas tropicais, devido a destruição de habitat, excesso de pesca, invasão de espécies exóticas, poluição alterações drásticas aos sistemas fluviais. Calcula-se que obras para retenção de água para uso industrial, abastecimento doméstico, irrigação e energia fragmentaram mais de metade dos maiores sistemas fluviais do Planeta, representando 83% do seu fluxo total anual. A quantidade de água armazenada em albufeiras é três a seis vezes a quantidade contida nos rios.
-ALUNAS: Ivana,Jadma,Jamile,Larissa Barreto e Leide.
Parabens!!!O trabalho de voces ficou muito bom, com o texto e as imagens.
ResponderExcluirProf. Zé Raimundo